Moradores fecham BR-364 em Feijó e cobram do governo a conclusão do Hospital Regional

Redação
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Moradores do município de Feijó, bloquearam a BR-364 nos últimos dias em protesto contra o Governo do Estado, cobrando a conclusão das obras do Hospital Regional do município. Segundo os manifestantes, a paralisação ocorre há cerca de três dias e tem como objetivo chamar atenção das autoridades para a situação da saúde pública na cidade.

De acordo com os organizadores do movimento, o hospital teve projeto aprovado e recursos destinados, mas a obra estaria paralisada há anos. No local do protesto, populares exibiram a placa que anuncia a reforma do Hospital Geral de Feijó, afirmando que o serviço “não sai do papel” há quase quatro anos.

Manifestantes

Os manifestantes também relataram que, há cerca de seis meses, foi realizada uma audiência pública com a presença de representantes do Ministério Público, vereadores e membros da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa. Na ocasião, segundo eles, o Governo teria se comprometido a entregar a unidade hospitalar até outubro do ano passado, o que não ocorreu.

Segundo os organizadores, o bloqueio da rodovia tem ocorrido de forma intercalada. A cada quatro horas, o tráfego é liberado para evitar longas filas. No entanto, diante da falta de resposta, os manifestantes afirmam que podem endurecer o movimento.

“Estamos aqui pedindo socorro. Queremos um hospital digno para atender nossos pais, filhos e esposas”, afirmou um dos participantes do protesto.

Alguns manifestantes também criticaram a ausência de representantes políticos no local, cobrando maior posicionamento de vereadores e do Executivo municipal.

Os organizadores informaram que convidaram a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, vereadores e a população para acompanhar o movimento e cobrar esclarecimentos do Governo do Estado sobre o cronograma da obra.

Br-364 fechada

Até o momento, não houve posicionamento oficial divulgado pelas autoridades estaduais sobre as reivindicações apresentadas durante o protesto.

O movimento segue mobilizando moradores, que afirmam que continuarão cobrando providências até que haja uma solução concreta para a situação da saúde no município. Caso o governador ou o secretário de saúde não forem dar uma satisfação, a via será interditada de forma permanente.

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