A categoria dos profissionais da Educação da rede municipal de Cruzeiro do Sul decidiu manter a greve, que já dura mais de duas semanas. Em assembleia realizada na noite de segunda-feira, 13, os professores decidiram pela continuidade da paralisação, motivados pela luta por melhores salários e condições dignas de trabalho para os servidores contratados temporariamente.
Segundo Pedro Lima, presidente do núcleo do SINTEAC no município, os professores temporários sofrem com a desvalorização e a falta de reajuste há anos. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre (SINTEAC) está à frente da mobilização e cobra da gestão municipal o retorno ao diálogo e a apresentação imediata de uma proposta de reajuste.

A categoria exige respeito e reconhecimento e está determinada a continuar lutando por seus direitos. Rosana Nascimento destaca a importância da união e da mobilização para alcançar os objetivos. A greve segue em vigor, e a categoria aguarda uma resposta da gestão municipal. O pagamento do reajuste deve ser efetivado ainda em 2025, conforme exigência dos professores.
Até a publicação da matéria, não obtivemos uma resposta da prefeitura a respeito da situação, o espaço segue aberto para esclarecimentos.

